style="display:block"
data-ad-client="ca-pub-3677059557908570"
data-ad-slot="5250102432"
data-ad-format="auto">

domingo, 28 de maio de 2017

Muitos muçulmanos se questionam diante dos ataques terroristas e encontram respostas na fé cristã, segundo o pastor Kongkin.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE THE CHRISTIAN POST

Muitos muçulmanos se questionam diante dos ataques terroristas e encontram respostas na fé cristã. (Foto: Reprodução)
Muitos muçulmanos se questionam diante dos ataques terroristas e encontram respostas na fé cristã. (Foto: Reprodução)
Embora a influência do islamismo radical venha impactando a Indonésia, o cristianismo está avançando no país, de acordo com um pastor que atua na capital, Jacarta.
O ministério de Kongkin ajuda os cristãos perseguidos da Indonésia e faz com que seus casos sejam conhecidos pelo mundo. Em seu trabalho missionário, ele tem conhecido muitas histórias de ex-muçulmanos que decidiram se entregar a Jesus.
“Os números estão ficando cada vez maiores em muitas partes da Indonésia. Há um crescimento constante”, disse ele ao site The Christian Post, observando que a comunidade islâmica está preocupada com o aumento do cristianismo.
“Muitos muçulmanos estão percebendo que o Islã é falso. Eles vêem os bombardeios e ataques terroristas feitos em nome do islamismo e se perguntam: ‘É isso mesmo o que eu quero?’”, revela Kongkin. “Eles percebem que há um caminho melhor, e então encontram a Cristo”.
Kongkin, que é ex-muçulmano, revela que foi convencido a seguir Jesus Cristo depois de conhecer a mensagem do Evangelho através de um amigo. “A mensagem de perdão, que se estende aos pecadores... Eu percebi que estava sem esperança”, disse ele. “Eu comecei a procurar saber mais e aceitei Jesus Cristo como meu salvador”.
A família muçulmana de Kongkin achava que ele estava debaixo de um espírito rebelde, mas passou a perceber que ele estava comprometido com sua nova fé. Embora o ex-muçulmano não tenha sido espancado ou expulso de casa, seus parentes passaram a desprezá-lo e mostrar que eles estavam “em lados diferentes”.
A Indonésia é uma das maiores nações muçulmanas do mundo, e apenas 7% de sua população segue o cristianismo, de acordo com o CIA Factbook. No entanto, Kongkin ressalta que cada vez mais pessoas estão abraçando Jesus.
“Não é porque eu sou cristão que vou dizer isso para exaltar o corpo cristão, mas é isso que eu estou vendo acontecer pessoalmente”, garantiu.
Recentemente, um caso que vem chamando a atenção internacional é acusação de blasfêmia contra o ex-governador cristão de Jacarta, Basuki Tjahaja Purnama, também conhecido como Ahok.
O político foi condenado por insultar a fé islâmica, depois de afirmar que seus adversários na campanha eleitoral estavam tentando usar o Alcorão para levar as pessoas a votarem contra ele.
Kongkin acredita que Ahok foi prejudicado por causa de sua fé cristã, mas Deus é seu juiz. “Em todo o país, as pessoas da Indonésia estão apoiando Ahok e pedindo para que algo seja feito”, afirmou. “Nós não queremos que os muçulmanos radicais tomem todo o país”.

sábado, 27 de maio de 2017

Entenda como e porque os cristãos ficam mais vulneráveis nessa época
27-egito-homens
"Caminhando pelas ruas do Cairo, posso dizer que o Ramadã já começou. O clima é de festa e as famosas lâmpadas coloridas já estão penduradas nas varandas dos muçulmanos. Papéis de várias cores começam a ser pendurados em ruas estreitas e a maioria das lojas está decorada e expondo doces, frutas secas e nozes para os tradicionais pratos do mês sagrado de jejum", relata um dos colaboradores da Portas Abertas no Egito.
Segundo ele, na TV também pode se ver vários programas chamando a atenção para essa data e os anúncios estão por toda parte. "A maioria dos egípcios iriam gostar de tirar um tempo e relaxar depois do seu pequeno desjejum, ao pôr do sol, assistindo às programações produzidas especialmente para essa ocasião religiosa especial, mas a realidade vai além das emoções, já que há muita preocupação com tudo o que ocorre com a comunidade cristã que vive aqui", explica o colaborador.
Segundo ele, é um longo período de 30 dias em que aqueles que seguem a Cristo enfrentam todo tipo de hostilidade, seja no trabalho, na escola ou em lugares públicos. "Cristãos nessa época recebem olhares desprezíveis e assédio verbal de fanáticos religiosos, simplesmente por não estarem jejuando como os muçulmanos. Em muitos casos há violência física", diz ele. Para evitar conflitos, muitos se escondem para fazer suas refeições. "Lembro-me de um menino que chegou a comer e beber no banheiro da escola para evitar problemas com seus colegas de classe e professores", conta.
O Ramadã é um período em que se veem muitos muçulmanos extremistas nas ruas, enchendo os cristãos de perguntas sobre a sua fé e tentando plantar dúvidas em seus corações. "Mas cristãos que vivem no Egito, sentem Deus dentro de si, durante essa festa, com a convicção de que ele quer usar a cada um como uma luz que indica o caminho certo a seguir. Por favor, ore por nossas vidas durante o Ramadã e que Deus permita que muitos muçulmanos possam ter um encontro genuíno com Cristo", conclui o colaborador.
Fonte:www.portasabertas.org.br

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Cerca de 10 homens uniformizados atacaram um ônibus e um carro, deixando também cerca de 25 cristãos feridos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO THE TELEGRAPH

O ataque segue uma série de bombardeios do grupo terrorista Estado Islâmico contra a minoria copta do Egito. (Foto: Reprodução/Twitter).
O ataque segue uma série de bombardeios do grupo terrorista Estado Islâmico contra a minoria copta do Egito. (Foto: Reprodução/Twitter).
Mais um brutal ataque abalou a comunidade cristã no Egito, na manhã desta sexta-feira (26) com pelo menos 26 crentes mortos a tiros e 25 feridos. A investida aconteceu em um ônibus perto da cidade de Minya, segundo autoridades egípcias.
Um ativista copta disse que o veículo, que estava acompanhado de um carro, foi atacado enquanto seguiam em uma estrada sem asfalto, a cerca de 140 quilômetros ao sul do Cairo, de acordo com o site The Telegraph.
Cerca de 10 homens vestidos com uniformes militares realizaram o ataque, segundo o Daily Mail. "Eles estavam a caminho do Mosteiro de Anba Samuel", disse Ishak Ibrahim, pesquisador da Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais. "Eles foram emboscados durante o trajeto, em uma estrada sem asfalto que conduz ao mosteiro. O carro estava carregando pessoas que trabalhavam no mosteiro e o ônibus levava os visitantes", relatou.
Série de ataques
O ataque segue uma série de bombardeios do grupo terrorista Estado Islâmico contra a minoria copta do Egito, que matou pelo menos 46 pessoas em igrejas em Tanta e Alexandria, durante a Páscoa.
Outro bombardeio suicida do Estado Islâmico matou 29 pessoas em uma igreja no Cairo, em dezembro do ano passado, e os jihadistas realizaram uma campanha coordenada de assassinatos contra cristãos no Sinai, fazendo com que muitos fugissem de suas casas.
Existem cerca de 10 milhões de cristãos no Egito, representando cerca de 10% da população do país de 90 milhões.

quinta-feira, 25 de maio de 2017


Nesta Quinta 25/05/17 foi realizado na Ad Caçimba Funda – CE o culto de Senhoras Esteve pregando a irmã Ritinha e no louvor o aux. Daniel da Ad Upanema/RN.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

O ex-líder hindu estava com uma grave doença há dois anos, causada pela magia negra. Ele foi curado após a oração de um missionário cristão.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CHRISTIAN AID

O ex-hindu continua sendo um influente líder comunitário e agora os moradores vêm a ele e perguntam por que ele se converteu a Jesus. (Foto: Reprodução).
O ex-hindu continua sendo um influente líder comunitário e agora os moradores vêm a ele e perguntam por que ele se converteu a Jesus. (Foto: Reprodução).
O líder de um templo hindu que praticava magia negra e ficou de cama por dois anos devido a uma doença grave se converteu ao cristianismo, depois que Jesus o curou de forma milagrosa. O diretor de um ministério indígena, no sul da Indonésia, compartilhou com a Christian Aid Mission que o hindu acreditava que sua misteriosa doença foi causada pela prática da magia negra, que durou anos. O próprio feiticeiro pediu oração.
O missionário passou dos meses orando pelo feiticeiro, para que Deus o protegesse da aflição e o curasse, mas nada mudou. Um dia, a mulher do líder hindu chamou o missionário e pediu-lhe para que ele pudesse fazer uma nova visita. Ela disse que o xamã local - um guia espiritual hindu - tinha parado de visitá-lo.
"Eu fui visitá-lo de novo, e pedi que ele convidasse Jesus e confessasse que somente Ele é Deus e que apenas Ele podia curar", disse o diretor do ministério indígena. "Eu disse: 'Eu vou orar por você, mas você deve acreditar que Ele é Deus e que vai te fazer bem'".
O missionário orou pelo líder hindu e depois foi para casa. Ele voltou no dia seguinte e encontrou o líder do templo tão bem que já estava misturando cimento para construir uma parede.
"Quando eu vim, ele disse: ‘Olá, senhor Igreja’, porque ele não sabe o meu nome", disse. "Ele continuou: 'Por favor, ore por mim e me fale mais sobre Jesus', e depois dei-lhe um leitor de MP3 com o Evangelho. Na semana seguinte, vim e o batizei", explicou.
Expensão do Evangelho
O ex-hindu continua sendo um influente líder comunitário e agora os moradores vêm a ele e perguntam por que ele se converteu a Jesus. Se antes ele trabalhava com magia negra, hoje o homem ajuda a expandir o Evangelho.
Os hindus representam apenas 1,7% da população da Indonésia, onde 87,2% das pessoas são muçulmanas e menos de 10% são cristãs. O Ministério Portas Abertas observa que os hindus, na Indonésia, têm regras estritas que punem aqueles que deixam a religião para seguir outra.
Os crentes que foram hindus acabam perdendo suas famílias, herança e seu lugar na aldeia por seguir a Jesus Cristo. No entanto, através do evangelismo, da distribuição da Bíblia e de um orfanato aliado a projetos de microempresas, o ministério indígena luta pelo povo que ainda não ouviu o Evangelho.
O diretor do ministério compartilhou como, recentemente, uma menina de 15 anos em uma aldeia predominantemente hindu, perguntou por que ele foi lá para oferecer-lhes estudos bíblicos. Nessa região, o grupo tem um lar para viúvas, as únicas cristãs na área. Uma delas quase morreu de praticar magia negra antes de vir a Cristo.
"A moça queria entender por que Jesus Cristo era mais poderoso que a magia negra", disse ele. "Um dia, enquanto eu estava indo para a casa das viúvas, ela me seguiu e perguntou se podia ouvir o que eu estava ensinando as viúvas. Ela começou a vir regularmente. Desde o terceiro estudo bíblico, ela abertamente acreditava e professava Jesus Cristo.

O pastor John Hagee contou como a cura de um problema cardíaco acabou se tornando também uma vitória sobre uma batalha espiritual em sua vida.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO JOHN HAGEE MINISTRIES

John Hagee é líder do ministério Cornerstone, no Texas e é um dos grandes apoiadores de Israel nos EUA. (Foto: APCNEWS)
John Hagee é líder do ministério Cornerstone, no Texas e é um dos grandes apoiadores de Israel nos EUA. (Foto: APCNEWS)
“Eu não acredito em milagres só de ouvir falar, mas porque os vi pessoalmente”. A afirmação cheia de autoridade e propriedade foi proferida pelo pastor John Hagee, que tem diversos relatos de curas milagrosas em sua família, incluindo o seu próprio testemunho, após se livrar de sofrer um infarto, que poderia ser fulminante.
O pastor conta que por mais que os milagres pareçam algo distante da realidade nos dias atuais, é preciso que as pessoas acreditem que Deus opera milagres ainda nos dias atuais, assim como fez nos tempos bíblicos, pois nunca deixou de fazê-lo.
“Você não acha que milagres podem acontecer na sua vida? Pois vai começar a achar quando você precisar de um! Mais cedo ou mais tarde o seu telefone vai tocar e sua vida bem ordenada e tranquila será instantaneamente virada de cabeça para baixo por uma situação completamente fora do seu controle”, destacou.
Hagee destacou que ele se viu diante de uma situação particularmente desafiadora, quando foi diagnosticado com um grave problema cardíaco.
“Em 2008, fui ao meu cardiologista para um check-up anual. Eu não estava sentindo nenhuma dor, mas o meu médico me disse que eu tinha um bloqueio cardíaco grave. Claro, eu contestei aquele diagnóstico”, contou.
“Eu expliquei que tinha vários compromissos para cumprir, e gostaria de voltar ao hospital em uma data mais apropriada, mas ele insistiu que eu fosse internado. ‘Você poderia morrer antes de chegar à sua casa. Deite na cama’, disse ele e assim eu o obedeci”, contou.
Após ser confirmada a necessidade de uma cirurgia, uma verdadeira campanha de oração se mobilizou pela vida do pastor, envolvendo sua família, sua igreja e também pastores de outras denominações.
“Eles reuniram a melhor equipe médica e a minha família e os irmãos da igreja começaram a orar. Comecei a ler o Salmo 91”, contou o pastor.
Hagee também revelou que as horas que antecederam sua cirurgia foram momentos de uma verdadeira batalha espiritual.
“O medo me prendeu com um punho de ferro na noite anterior à minha cirurgia e comecei a repreender Satanás pelo poder da Palavra de Deus, declarando: ‘Eu não temerei nenhum mal”, disse.
“Minha família se reuniu com pastores de todo o país para orar em uma sala do hospital durante a minha cirurgia. Quando o cirurgião disse que a operação foi um sucesso completo, o grupo tinha começado a ler o Salmo 91”, acrescentou.

Milagres em família
Além de sua experiência pessoal de cura, o pastor também vivenciou outros milagres, como por exemplo, quando viu sua mãe ser curada de um câncer em estágio muito avançado.
“Quando minha mãe tinha 69 anos de idade, os médicos a diagnosticaram com um câncer avançado. Eles lhe deram cerca de seis meses de vida. Mas ela não estava preocupada. Ela disse que estava pronta para morrer, afirmando que simplesmente estaria passando deste mundo para a constante presença de Deus”, contou.
O pastor contou que sua mãe concordou em se submeter aos cuidados médicos, mas sempre confiando que o poder de Deus estava acima de tudo.
“Ela disse que voltaria para casa e daria primeiro a Deus, a oportunidade de curá-la. Todos os dias ela lia o Salmo 91. Semanas depois, ela voltou ao médico para outro raio-x, e seu tumor, que era do tamanho de uma bola de futebol tinha encolhido para o tamanho de uma bola de golfe. O câncer foi extraído sem complicação”, disse o pastor.
Hagee ainda contou que os médicos tinha previsto mais um ano de vida para sua mãe, mas ela viveu por mais 30 anos, falecendo apenas aos 99.
Outro grande milagre que ele vivenciou foi o de sua filha Tish, que também venceu um tipo raro de câncer.
“Minha filha, Tish, foi diagnosticada com leiomiossarcoma [um tumor maligno (câncer), imprevisível e raro, originado de algum músculo liso] em 2006. Este ano ela completa 10 anos, já livre deste câncer. Porém ela havia sido avisada pelos médicos que teria 20% de chance de sobreviver e, se sobrevivesse, seria por apenas 5 anos”, destacou.

Fé que excede todo entendimento
Hagee explicou que os milagres de Deus estão acima do entendimento humano e não cabe a nós, buscar explicações para eles, mas simplesmente clamar por eles e recebê-los.
“Já ouvi muitos me dizerem: ‘Bem Pastor, eu realmente não entendo como os milagres funcionam’. Mas adivinhe: Você não tem que entender os milagres para receber um. Eu não entendo como uma vaca preta come grama verde, dá leite branco e esse mesmo leite produz uma manteiga amarela... mas nem por isso eu deixo de beber leite e comer manteiga. Eu vou continuar comendo e bebendo todos os dias”, contou.
“Nunca coloque um limite para o poder de Deus ou para o poder de Sua Palavra para produzir VIDA! Leia Sua Palavra e ela vai transformar você ... coração, alma, mente e corpo. Fale em voz alta. Leia para os seus filhos. Proclame a bondade de Deus em sua casa, e você ficará surpreso com as coisas que começam a acontecer quando você deixar Deus trabalhar livremente a Sua vontade em sua vida. Porque NADA é impossível para aqueles que acreditam!”, acrescentou.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Gordon Robertson é CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' e falou sobre profecias se cumprindo em Israel, como o retorno de Judeus a Jerusalém.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO FAITH WIRE

Gordon Roberton. (Foto: CBN News)
Gordon Roberton. (Foto: CBN News)
Com o 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias de Israel - e com os assuntos do Oriente Médio continuando a dominar as manchetes - um jornalista cristão está promovendo o lançamento de um filme (da linha de documentário) que conta a história por trás da formação do Estado de Israel moderno, de uma forma nunca vista antes.

O filme "Em Nossas Mãos: A Batalha por Jerusalém" - que será exibido nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá nesta quarta-feira, 23 de maio - relata a histórica batalha da Guerra dos Seis Dias, ao explicar seu papel supostamente na profecia bíblica.

Gordon Robertson, CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' (CBN.com), explicou que o filme produzido pela 'CBN Documentaries', conta a história do conflito entre Israel e seus vizinhos que se desenrolou de 5 a 10 de junho de 1967 - uma batalha que envolveu o Egito, a Jordânia e a Síria.

"Durante séculos, sua nação esteve no exílio. Por uma geração, eles tinham sido privados do acesso à sua cidade ancestral", diz a sinopse do filme. "Durante seis dias, rodeado de inimigos, Israel ficou sozinho... e mudou a história."

Gordon Robertson, CEO da 'Rede de Comunicação Cristã' (CBN.com), disse ao site 'Faithwire' o lançamento do filme tem dois objetivos principais: que ele ajude as pessoas a se voltarem para Deus e que inicie uma conversa sobre a política externa do Oriente Médio.

"Se você quer provas da existência de Deus, olhe para Israel", disse Robertson. "O número de profecias do retorno dos judeus à sua nação e à restauração daquela terra ... como as crianças voltariam a brincar nas ruas de Jerusalém... todas essas profecias foram cumpridas, seja em 1948 ou 1967".

Relembrando cerca de dois anos atrás, Robertson disse que viu a oportunidade de trazer a história da Guerra dos Seis Dias para as telonas, quando ele e sua equipe conversaram com os soldados que lutaram na batalha com Jerusalém e estes aceitaram compartilhar suas histórias para o filme.

Ele também disse que espera iniciar uma conversa sobre o papel de Israel nos assuntos externos, observando que a cultura israelense sobreviveu milhares de anos, com 2.000 desses anos se desenrolando com muitos judeus fora de sua terra natal.

"Isso em si mesmo é um milagre", disse ele. "[Quero] iniciar uma conversa sobre a atual política externa em relação ao Oriente Médio e a necessidade de o mundo reconhecer que Jerusalém é a eterna e indivisível capital de Israel".

Robertson disse que está "preocupado" com as afirmações de que há divisão no governo Trump sobre como proceder, apesar das promessas de campanha do presidente sobre o assunto.
O jornalista disse ao 'Faithwire' que o ímpeto por seu interesse em criar o filme remonta décadas ao seu pai, Pat Robertson, se assentando com a família para mostrar a eles onde a Bíblia
profetizava que Israel iria recapturar Jerusalém.

Robertson disse que ele foi para o Muro das Lamentações em 1969 para orar e viu em primeira mão a alegria que o povo judeu estava vivenciando, depois de retomar Jerusalém. Essa é uma tradição que ele continuou com seus próprios filhos.
"Cada um dos meus filhos, quando completaram 12 anos, foi levado para Jerusalém", disse ele. "Nós oramos juntos no Muro das Lamentações e depois eles foram batizados no Rio Jordão".

Jerusalém como a capital de Israel
Robertson discutiu a promessa do presidente Donald Trump de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel - algo que ainda precisa se concretizar. A localização da embaixada dos EUA em Israel - que está atualmente em Tel Aviv e não em Jerusalém - também tem sido um ponto de discórdia.

Israel considera Jerusalém sua capital, enquanto a Palestina também prevê que a cidade seja a capital de seu próprio e futuro Estado. Enquanto uma lei norte-americana aprovada em 1995 exigia que a embaixada fosse transferida para Jerusalém, os três últimos presidentes promulgaram renúncias para adiar tal decisão, citando preocupações de segurança, como informou a CNN.

Donald Trump fez uma viagem pela Arábia Saudita e Israel nos últimos dias, chegando a visitar o Muro das Lamentações e a orar no local. Porém a mudança da embaixada dos EUA, de Tel-Aviv para Jerusalém ainda não teve uma data confirmada pelo presidente norte-americano.

Criado no hinduísmo, Pradhan era líder de um grupo extremista que perseguia cristãos. No entanto sua vida teve um novo rumo após ele ter uma visão de Deus.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GOD REPORTS

Homem é batizado no estado de Bengala Ocidental, na Índia. (Foto: Divulgação/Biglife)
Homem é batizado no estado de Bengala Ocidental, na Índia. (Foto: Divulgação/Biglife)
O indiano Pradyuman Pradhan foi criado no hinduísmo e cresceu se dedicando a diversos espíritos malignos. Na vida adulta, ele se tornou líder de um grupo extremista que atuava no combate ao cristianismo.
“Na minha aldeia eu era um líder e todo o povo me respeitava. Enquanto eu estava no poder, os aldeões sabiam que não haveria cristãos em nossa aldeia”, disse ele à organização missionária Biglife.
Pradhan estava a frente de 200 homens que se juntavam para atacar cristãos. No entanto, algo inesperado aconteceu em sua própria família — seu irmão, Bhorat, se entregou a Jesus Cristo. Bhorat havia perdido 5 filhos, um após o outro, mas encontrou alívio na fé cristã.
Mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo irmão, Pradhan estava determinado a impedir qualquer influência cristã na aldeia. “Nosso grupo vai destruir sua casa e você terá que deixar nossa aldeia”, disse ele a Bhorat.
No entanto, a notícia da conversão do irmão de Pradhan se espalhou e o líder passou a enfrentar grandes problemas. “Eu perdi tudo. Minha filha mais nova desenvolveu um grave problema de saúde. Liguei para um feiticeiro vir até minha casa, na esperança de ajudar minha filha. Para minha surpresa, ele me disse que eu estava matando minha própria filha com o poder que eu estava empunhando”.
Mudança
Desanimado pelas circunstâncias, Pradhan passou a se sentir culpado pela situação de sua família. “Para lidar com isso, eu acabei ficando viciado em álcool e tabaco”, ele contou. Pradhan também passou a perseguir cristãos com ainda mais violência.
No entanto, Deus se revelou ao indiano de maneira poderosa. “O Senhor interveio. Certa noite eu tive uma visão e ouvi o chamado de Deus em minha vida para os propósitos Dele”, lembra Pradhan.
“No dia seguinte, eu procurei alguns cristãos para entender o que eu tinha experimentado. Eles compartilharam comigo sobre Jesus e oraram por mim, minha família e especialmente por minha filha doente. Depois da oração, minha filha foi curada instantaneamente. Vendo este milagre, eu entreguei minha vida para Jesus”, disse ele.
Quando Pradhan começou a caminhar em sua nova fé, sua filha ficou novamente doente e morreu. “As pessoas me zombavam e diziam que isso aconteceu porque eu estava seguindo Jesus. Eles diziam que eu deveria apenas ressuscitá-la, mas eu sabia que não era a vontade de Deus”.
Desde que Pradhan se tornou cristão, há 17 anos, ele vem sofrendo muitas formas de perseguição. Em 2011 ele passou a ser discipulado pelo irmão Thomas, um missionário que era perseguido pelo mesmo grupo liderado por Pradhan.
“O Thomas me discipulou e me ajudou a entender a visão de Deus para minha região. Hoje em dia, muitas pessoas na minha aldeia se tornaram seguidores de Cristo e estamos trabalhando duro para expandir Seu reino”, afirma Pradhan.


Igrejas evangélicas vencem antiga resistência francesa a protestantismo.

Durante muito tempo, as igrejas evangélicas da França aguardaram um “sinal de reconhecimento oficial do governo francês”, mas “finalmente conseguiram”, explica o jornal Le Monde, que analisou a expansão dos evangélicos no país.
Por questões históricas, que remetem aos desdobramentos da Reforma Protestante no século 16, toda igreja cristã não católica era vista como seita pelos franceses. Agora, pela primeira vez o presidente do Conselho Nacional dos Evangélicos da França esteve presente na cerimônia de posse de um presidente francês, Emmanuel Macron, no último 14 de maio.
“Eu estava ao lado dos representantes dos muçulmanos, dos católicos, dos judeus, da Federação Protestante da França e dos budistas”, comemorou Etienne Lhermenault.
Outra notícia boa foi a nomeação de Edouard Phillippe como primeiro-ministro. Ele era prefeito do Havre (norte do país), região com ligações históricas com evangélicos na França. “Ele sabe quem somos”, declarou Lhermenault ao Le Monde.
Ainda segundo o jornal mais lido pelos franceses, “o funcionamento [das igreja evangélicas] se faz sem barulho, mas sua vitalidade pode ser conferida nas estatísticas – segundo o CNEF, o número de evangélicos nas grandes cidades se multiplicou por dez desde 1950, contabilizando hoje 500 mil praticantes regulares”.
Considerados sectários, até pouco tempo atrás o evangélico “era percebido [na França] como um estúpido à la George Bush Jr; hoje ele é visto como um africano animado”, explicou o presidente do CNEF.
“O resultado é que nós somos ainda percebidos como uma espécie de seita”, reclama o pastor Franck Lefilattre. “Você tem que estar pronto a receber diversos nãos”, acrescenta o também pastor Samuel Foucachon, que há anos vem tentando, sem sucesso, regularizar sua igreja perto da região de Marselha (Sul) e Bordeaux (Sudeste).
“Houve um caso onde chegaram a nos dizer: ‘se aceitarmos sua solicitação, perdemos a prefeitura’. Cada um deve se virar por si próprio”, narrou Foucachon. Alguns teatros de Paris estão alugando suas salas para grupos evangélicos, para aumentar suas receitas mensais.

Alcançando muçulmanos

A estratégia de alcançar os muçulmanos que crescem continuamente no França é diferente das antigas práticas de abordagem e distribuição de folhetos. “Isso não dá certo!”, afirma o pastor David Brown, presidente da Comissão de Evangelização do Conselho Nacional dos Evangélicos da França (CNEF). “Os franceses consideram a religião como um assunto privado e não querem ser catequizados em locais públicos”, explica.
Um dos motivos disso é que os missionários americanos, antes bastante presentes em território francês, agora são cada vez mais raros. “A importação de práticas ‘made in USA’ nunca fez muito sucesso na França”, analisa o Le Monde.
O sociólogo de religiões Jean-Paul Willaime aponta que o método mais usado hoje para atrair pessoa é por meio de ações sociais e humanitárias (Bazares, apoio escolar, alfabetização, luta contra as drogas e o alcoolismo etc) e das redes interpessoais, como vizinhos, amigos e família.
“Sem esquecer a multiplicação dos cultos à noite, rápidos e festivos, destinados aos jovens ativos”, afirma Le Monde.
“Evangelizar a França é uma prioridade… começando pelos muçulmanos”, descreve o jornal.
Isso se dá principalmente por que os bairros populares e periféricos, onde vivem a maioria dos imigrantes, são claramente identificados como “terras missionárias”.
O pastor Belkacem Germouche, por exemplo, acaba de montar um grupo chamado “Alleluia North Africa”, onde encontros inter-religiosos são bem-vindos. Sua igreja acolhe, duas vezes por semana, cerca de trinta mulheres muçulmanas para cursos de alfabetização.
“Hoje em dia, não é porque você nasce numa família muçulmana que é muçulmano”, avalia Karim Arezki, presidente da Associação de cristãos do norte da África, criada em 2003. “Eles sabem que nós queremos evangelizar e nós sabemos que eles querem nos converter ao Islã”, resume Arezki.
O Le Monde conta ainda que muitos muçulmanos já convertidos pelos evangélicos preferem não admitir isso publicamente, por medo de serem isolados por seus grupos sociais ou mesmo perseguidos. Apesar disso, seu crescimento é notável.
Fonte:www.gospelprime.com.br

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Há 12 anos, o médico se mudou para a África com sua esposa para se tornar missionário e cuidar de pessoas com lepra.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

Kruijff dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique. (Foto: Leprosy Mission).
Kruijff dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique. (Foto: Leprosy Mission).
Arie De Kruijff, um médico altamente qualificado, deu um passo de fé extraordinário, juntamente com sua esposa Marie. Há 12 anos eles se mudaram para Moçambique com o objetivo de salvar pessoas com lepra, também conhecida como hanseníase. Sua missão foi inspirada por dois grandes mandamentos registrados na Bíblia: Amar a Deus de todo o coração e amar ao próximo (Mateus 22 36-40).
"Estamos falando de sobre missão integral", disse Kruijff. “Quando Jesus foi questionado sobre qual era a coisa mais importante a ser feita, ele disse: ‘Ame o Senhor e ame o próximo’. Até agora a igreja tem sido boa no primeiro, mas não no segundo. Quando se trata de sujar as mãos e alcançar as pessoas, a igreja não é muito boa”, disse o médico.
"Em nosso projeto, temos sido o oposto. Bom no segundo, mas não tão forte no primeiro. Então eu sinto que o equilíbrio perfeito poderia ser alcançado se trabalhássemos juntos. A igreja local está crescendo e temos a responsabilidade de torná-la mais responsável", alertou.
Embora Jesus tenha alcançado as pessoas com lepra, o estigma em torno da antiga doença permanece forte, independentemente de Moçambique ser um país em grande parte cristão. É de grande importância o trabalho de Kruijff na pobre província de Cabo Delgado.
Hanseníase
Hoje o médico cristão tem três filhos e dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique no diagnóstico de novos casos. Kruijff diz que agora está pronto para abrir a porta para a missão integral. E em Moçambique, onde mais da metade da população se define como cristã, o cenário é perfeito. Ele explica.
“A igreja é estável e eu sinto que precisamos mobilizar as igrejas locais para ajudar. Por exemplo, algo como a triagem dos doentes poderia ser feito por congregações da igreja. A hanseníase é uma doença que, se não tratada, provoca danos nos nervos e subsequentemente perda de sensibilidade nas mãos e nos pés”, explicou.
Isso torna uma pessoa vulnerável a lesões, pois eles ficam incapazes de sentir dor. Eles se ferem sem saber e, em um local onde as pessoas cultivam a terra para a sobrevivência, geralmente descalços, a infecção é forte e pode levar à perda de dedos das mãos e dos pés.
Equipe de ajuda
Kruijff diz: “Temos grupos de autocuidado onde os membros da comunidade são treinados para detectar os primeiros sinais e sintomas da lepra. Os grupos também observam pessoas ajudando uns aos outros verificando seus pés e mãos e encorajando uns aos outros para manter as feridas limpas e, portanto, livres de infecção. Isso, por sua vez, ajuda a combater o estigma”.
Sua visão é ver a igreja cuidar de ambas as necessidades, físicas e emocionais, de uma pessoa afetada pela hanseníase. "Se esse amor e cuidado serve para abrir os olhos de uma pessoa para o amor de Cristo, então a missão integral realmente deu certo", diz. Embora Kruijff esteja muito agradecido com sua família pelo o que fizeram para realizar o trabalho de Deus, ele não se preocupa muito com os desafios de viver em uma rua nos arredores de Pemba.
"É muito gratificante fazer algo que realmente faz a diferença", diz ele. "Nós enfrentamos desafios todos os dias, mas Deus nos faz vencer. Ele supre todas as nossas necessidades. Enquanto meus colegas de faculdade de medicina estão provavelmente vivendo em luxo comparado a nós, eu honestamente não gostaria de estar em qualquer outro lugar. Para mim foi fantástico experimentar uma cultura diferente e aprender português, que é a língua da educação em Moçambique”, finalizou.

Apoio