quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Trabalho Missionário em Lagoa da Cobra, no extremo sertão piauiense,


Trabalho Missionário em Lagoa da Cobra, no extremo sertão piauiense, crescendo para a Glória de Deus! Um trabalho feito por fé , sem nenhuma ajuda pública. Ore por nós, ame essa obra.
Fonte: Mis. Kellen Gaspar

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Jovens decidem evangelizar a tribo Hmong


Eles foram preparados para a evangelização com base em histórias bíblicas e são inspirados na sucessão da liderança de Moisés a Josué.
Atualmente, em Laos, muitos casos de perseguição não são denunciados e muito menos divulgados pela mídia local. Nem mesmo a mídia internacional tem comentado sobre a violência contra os cristãos no país. Muitos incidentes são causados por aldeões e autoridades que continuam a considerar os seguidores de Cristo como espiões vindos de países estrangeiros. A igreja pede orações para que essa percepção negativa seja mudada. 
A juventude laosiana, porém, decidiu se unir para evangelizar a tribo Hmong, um grupo étnico das regiões montanhosas do sul da China. Esses jovens foram preparados para a evangelização com base em histórias bíblicas. Eles são inspirados na sucessão da liderança de Moisés a Josué. E também se baseiam na vida de Jesus e seus discípulos. 
Dessa forma, os trabalhos evangelísticos seguem em frente em Laos, fortalecendo cada vez mais a igreja no país. Laos é o 29º na Classificação da Perseguição Religiosa, com um regime comunista totalmente fechado e oposto a qualquer influência considerada estrangeira ou ocidental, onde não há liberdade de opinião e muito menos de religião. Interceda por essa nação.

Fonte:www.portasabertas.org.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Eslováquia é o primeiro país da Europa a impedir oficialmente a propagação do Islã


“Precisamos fazer todo o possível para que nenhuma mesquita seja construída aqui", alertou Andrej Danko.
O Parlamento eslovaco aprovou esta semana uma lei que visa impedir a propagação do Islã. Em um sinal de desobediência aos esforços da União Europeia para aceitar indiscriminadamente o grande afluxo de imigrantes, a grande maioria muçulmanos, o primeiro-ministro Robert Fico defendeu medidas restritivas.
A partir de agora, para ter o status de religião oficialmente reconhecida, o projeto de lei proposto pelo Partido Nacional Eslovaco (SNS), determina que são necessários pelo menos 50.000 membros. Caso queira receber qualquer subsídio do estado, como abrir suas próprias escolas e instituições, uma religião precisa desse reconhecimento. Oficialmente, a Eslováquia tem menos de 5.000 islâmicos.
O SNS destaca que essa nova lei evita o registro de movimentos que são apenas provocações,  como a Igreja do Monstro de Espaguete Voador, que reúne seguidores em todo o mundo, a maioria ateus.
“A islamização já começou e devemos nos dar conta do que vamos enfrentar em cinco ou dez anos. Precisamos fazer todo o possível para que nenhuma mesquita seja construída aqui no futuro”, ressaltou o presidente do SNS, Andrej Danko.
Ano passado, o Ministério do Interior da Eslováquia afirmou que somente imigrantes cristãos seriam aceitos no país. Atualmente, 92,5% da população se identifica com esta religião.
A nova lei foi aprovada por dois terços do Parlamento, numa aliança rara entre partidos da base do governo e os da oposição. Os legisladores rejeitaram uma proposta mais extrema, do Partido Popular Nossa Eslováquia, que desejava fixar em 250.000 o número mínimo de membros de cada religião reconhecida.
As dificuldades da União Europeia em integrar os milhões de imigrantes que chegaram ao continente desde o início de 2015, aliados a uma série de ataques terroristas realizados por pessoas que se identificam como islâmicas contribuíram para a decisão.
Como a Eslováquia atualmente preside o Conselho da União Europeia, especialistas temem que esse anúncio possa influenciar outros países a fazer o mesmo. Embora não tenha proibido abertamente o Islã, a Hungria se recusou a receber refugiado islâmicos.
Ao mesmo tempo, na Holanda, onde as eleições ocorrem em março de 2017, o favorito ao cargo de primeiro-ministro é Geert Wilders, cujo partido já anunciou que pretende banir o Alcorão e fechar as mesquitas.
Além da Eslováquia, Angola na África e China na Ásia são os únicos países com leis que impedem a propagação do Islã em seu território.
Com informações de ABC
Fonte:www.gospelprime.com.br

domingo, 4 de dezembro de 2016

Testemunho: "Como eu fugi da Coreia do Norte e tive minha vida transformada pelo Evangelho"

Em um emocionante testemunho, o escritor norte-coreano Joseph Kim relata sua luta pela sobrevivência em um país no qual passou fome e teve sua família destruída. Seu encontro com Cristo é parte fundamental de sua história.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIANITY TODAY

Joseph Kim é o autor do livro "Sob o Mesmo Céu: Da fome na Coreia do Norte à Salvação da América" (Houghton Mifflin Harcourt).
Joseph Kim é o autor do livro "Sob o Mesmo Céu: Da fome na Coreia do Norte à Salvação da América" (Houghton Mifflin Harcourt).
De certa forma, eu imagino que crescer na Coreia do Norte é como crescer em qualquer outro lugar. Eu tinha um pai e uma mãe, que não deixavam de me mostrar o amor deles por mim e por minha irmã mais velha. Eu pegava libélulas com os meus amigos e esperava com entusiasmo pelos desenhos animados que passavam na TV.
Então, em 1995, o pior da 'Grande Fome' desceu sobre a terra, e os privilégios da minha infância foram retirados.
Quando eu tinha 12 anos, meu pai morreu de fome. Nossa casa foi tomada para pagar uma dívida que ele tinha com um 'amigo' da família. Nesse mesmo ano, minha mãe fugiu para a China com a minha irmã, em busca de comida e dinheiro. Ela voltou alguns meses mais tarde, sozinha. Ela tinha vendido minha irmã como 'noiva' para algum homem - um destino comum para as jovens refugiadas norte-coreanas. Minha mãe acreditava que seria uma vida melhor para a minha irmã, se comparada à que ela teria em casa.
Eu nem mesmo sabia que ela tinha conhecimento acerca do que o tráfico sexual realmente é. A maioria dos traficantes destacam os benefícios de uma jovem ser casada com um homem chinês. Ela não foi a única norte-coreana que teve de tomar esse tipos de decisão tão difícil. Ela [minha mãe] continuou a viajar secretamente para a China, até que foi capturada e presa pelo governo norte-coreano.
Como eu não tinha uma família junto a mim, passei a morar nas ruas e a possibilidade de ser amado começou a desvanecer-se. Antes que eu tivesse a chance de decidir quem eu era em meus próprios termos, a minha identidade foi definida por outros: 'desabrigado', 'órfão', 'mendigo'. Quando me aproximava das pessoas nas praças de alimentação, nos mercados da cidade, elas me batiam ou me afastavam como se eu fosse uma mosca. Ninguém dizia: "Eu vejo o quão cansado e sem esperança você deve estar".
Aos 15 anos de idade, eu me vi diante de uma escolha: Eu poderia morrer de fome como meu pai, ou fugir do país tentar garantir uma vida melhor fora de suas fronteiras fortificadas. Entre a certeza da morte e as chances de sobrevivência, eu escolhi a sobrevivência.
Eu tinha ouvido falar que a maioria dos norte-coreanos tentaram atravessar a fronteira com a China durante a noite e, sendo assim, eu planejei minha fuga para o meio-dia de fevereiro de 2006. Eu desci as margens do rio Tumen, revestindo meus sapatos com sedimentos de areia para a tração, e corri em toda a superfície gelada do rio para a outra margem. Foi um milagre, eu ter conseguido fazer isso.
Eu fugi cheio de esperanças. Eu tinha certeza de que eu não teria nenhuma dificuldade em encontrar alimentos. Imaginei famílias chinesas entregando-me as suas sobras, como uma tigela de arroz, que não era nada para eles.

O ditador comunista Kin Jong Un mantém a intensa perseguição religiosa que já era intensa no governo de seu pai, Kin Jong Il. (Foto: Reuters) 


Chegando à China

Mas uma vez na China, a realidade bateu. Quase ninguém queria compartilhar nada comigo. Eles ficavam irritados quando eu simplesmente pedia que me dessem o que sobrou. Eu estava tão confuso. Não era assim que eu esperava que as pessoas reagissem.
Por algumas semanas, eu mal consegui o suficiente para sobreviver. Em seguida, uma senhora coreana/chinesa idosa se aproximou de mim.
"Eu sinto muito, não há nada que eu possa oferecer", disse ela. "Mas você deve ir a uma igreja", disse ela, olhando para um edifício que tinha uma cruz.
Eu já tinha visto uma cruz vermelha sobre os portões de um hospital na Coreia do Norte, mas não tinha idéia de que uma cruz tinha a ver com a Igreja. Eu segui as instruções daquela mulher. Eu vi alguns edifícios, mas nenhum tinha uma cruz vermelha.
Eu parei e perguntei a um homem que estava perto: "Onde posso encontrar uma cruz?". Ele me respondeu: "Olhe para cima". E lá estava ela.
Esta foi a minha primeira vez dentro de uma igreja. Era tarde da noite, e alguns homens permaneciam naquele prédio modesto.
"Eu sou da Coreia do Norte. Eu não conheço ninguém aqui e preciso de ajuda", disse àqueles homens ao me apresentar. Um deles me deu 20 yuan (cerca de três dólares) e me disse que era tudo o que poderia me dar naquele momento.
Daquela cidade na parte norte da China, eu fui para Yanji, em seguida, para Tumen. Fiquei vagando até que encontrei uma outra igreja. Na parede estavam escritas estas palavras: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei".
Era como se alguém estivesse falando diretamente para mim. Eu pensei ter ouvido uma voz dizendo: 'Eu entendo como você está exausto e desesperado. Dê-me as mãos e eu vou cuidar de você'.
Uma mulher bem vestida me cumprimentou com um sorriso - apesar do fato de que eu não havia tomado banho durante semanas.
"Como posso ajudá-lo?", Ela perguntou. Eu senti que eu precisava para adicionar urgência à minha fala e então, ao invés de dar-lhe o meu discurso habitual, eu menti. Eu disse a ela que eu estava a caminho para atender a minha irmã em outra cidade e precisava de meios para chegar lá. A mulher me pediu para esperar no saguão. Ela voltou com 50 yuan (oito dólares) e me desejou sorte. Aquela foi a maior quantia em dinheiro que já tive em minhas mãos, até então.
Poucos dias depois, voltei para a igreja, imaginando que iria receber mais 50 yuan. Desta vez, os membros da igreja se ofereceu para me deixar ficar temporariamente. Isto foi melhor do que eu esperava. Eu estava dormindo em uma casa abandonada sem janelas durante o inverno. Mas agora poderia em um quarto de verdade com um cobertor. Foi emocionante. Eu concordei em ficar.
Uma semana depois, eu corri para a mulher que me tinha dado 50 yuan. Descobri que ela era a mulher do pastor. Eu estava com medo de que ela me criticasse por mentir e me expulsasse dali, mas ela me deixou ficar. Uma tarde, eu ouvi os membros da congregação discutindo que o pastor tinha dentes ruins, mas não podia pagar o tratamento dentário. Eu pensei que a senhora tinha me dado aquele dinheiro, porque ela tinha de sobra. Naquele momento, eu percebi o quanto aqueles 50 yuan valiam para sua família.
Seu generoso ato provocou a minha curiosidade sobre Deus. Ela parecia inicialmente tão semelhante a todos aqueles que se recusaram a me dar restos de arroz, mas ela era diferente. Comecei a ler a Bíblia para saber mais sobre o que ela acreditava. Apesar do meu desejo sincero de aprender, eu não conseguia entender. O vocabulário, o conceito de céu e inferno... nenhum deles fez sentido para mim. Ainda assim, eu continuei perguntando sobre sua fé.
Na China, hospedar um refugiado norte-coreano é ilegal e essa igreja já havia me protegido por mais de duas semanas. Eu não poderia ficar para sempre. Um dos membros localizou uma senhora chinesa/coreana que vivia em outra cidade e estava disposta a me receber em sua casa. Ela era uma cristã devota, a qual vou nomea-la aqui como "a vovó". Eu não sabia como orar, mas ela me encorajou a ler a Bíblia e me ensinou a cantar hinos. Ela me deu um novo nome: Joseph.
Minha primeira oração a Deus foi feita na China e à noite, a vovó me apresentou a um hino:
"Pai, eu ergo minhas mãos para ti,
Nenhum outro tipo de ajuda eu conheço;
Se o Senhor retirar-se de mim,
Oh! Para onde eu vou?"
Naquela noite eu orei: 'Deus, eu não sei quem você é ou se você existe como a Bíblia e os cristãos pregam. Mas eu preciso de Sua ajuda.
Apesar da intensa perseguição religiosa, também na China, o cristianismo tem se fortalecido cada vez mais no país e poderá se tornar a religião da maioria dos chineses. (Foto: China Aid)

Poucos meses depois que me mudei para a casa da vovó, eu conheci um missionário sul-coreano que mantinha um abrigo subterrâneo para os norte-coreanos. Mais tarde, nesse mesmo ano, um ativista me ajudou a mudar para os Estados Unidos.
Cheguei em 2007 como refugiado e comecei a frequentar o ensino médio em Richmond (Virginia/EUA). Diferentes obstáculos me ofuscaram lá. Eu não conseguia entender uma única palavra das minhas aulas ou dos colegas de escola e eu mal conseguia manter-me com o fluxo de diferenças culturas ali. Mas porque eu ainda era relativamente jovem, eu fui capaz de aprender a língua inglesa. Eu me formei em quatro anos, e agora estou cursando a faculdade na cidade de Nova York. Eu participo de uma igreja em Manhattan e estou aprendendo mais sobre Deus e Seu mundo.
O hino que a vovó me ensinou colocava em palavras o que o meu coração precisava dizer. Eu estava sozinho no mundo. A qualquer momento, as autoridades poderiam ter me prendido e me mandado de volta para a Coréia do Norte, para eu voltar passar fome. Eu senti que não havia ninguém para cuidar de mim, ninguém que pudesse ajudar. O que aconteceria se Deus se retirasse de mim também?
Mas o que era a ajuda de Deus, senão as igrejas que me ajudaram, como aquela esposa do, que me deu os 50 yuan ou aquela senhora cristã que me deu o meu novo nome e me abrigou em sua casa?
Fugindo para a China, eu tinha perdido a esperança na bondade humana. Encontrar cristãos lá foi como se eu reencontrasse a esperança. Cuidar de estranhos, agindo com compaixão, sem esperar nada em troca: 'Essa é a beleza da humanidade. Essa é a beleza do evangelho'.
*Joseph Kim é o autor do livro "Sob o Mesmo Céu: Da fome na Coreia do Norte à Salvação da América" (Houghton Mifflin Harcourt).

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

construção de nossa base missionária no quilombo de Bacabal , em Salvaterra , no Marajó.


A paz do Senhor, estou escrevendo para lhe dizer que iniciamos a construção de nossa base missionária no quilombo de Bacabal , em Salvaterra , no Marajó. Uma comunidade muito carente de tudo , mas principalmente de Jesus . Vamos evangelizar, discipular , alimentar e alfabetizar as crianças e adolescentes do quilombo. Tudo pela fé , já que são poucos dispostos a investir nos mais pobres e menos alcançados. Mas seguimos adiante confiando em Deus Já enviamos três mil reais para a construção e agora oramos pelos recursos para levantar as paredes , cobrir, fazer a instalação elétrica e hidráulica e comprar os móveis necessários. Sei que vamos conseguir Quero que você saiba que estamos avançando, que não paramos . Peço que ore por nós Já são 600 crianças, 8 bases, 16 missionários... As vezes parece que é tão difícil... Ainda bem que podemos contar com você !
O projeto campos Brancos agradece a você por tudo !
Fonte:Missionária Kelem Gaspar


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Homem encontra página da Bíblia em meio a escombros de incêndio e se volta para Cristo

Isaac McCord é funcionário do parque Dollywood que foi atingido em parte por um incêndio nos EUA. Ele se emocionou ao encontrar uma página da Bíblia, que "descreveu" o seu sentimento.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO USA TODAY
Página da Bíblia encontrada por Isaac McCord. (Foto: USA Today)
Página da Bíblia encontrada por Isaac McCord. (Foto: USA Today)
No dia em que diversos focos de incêndio surgiram em Gatlinburg, Tennessee (Estados Unidos), destruindo mais de 150 estruturas, matando pelo menos três pessoas e deslocando milhares de pessoas, Isaac McCord estava fazendo sua parte para ajudar, pegando detritos e recolhendo escombros do parque de Dollywood.
Com uma ferramenta de ajuntar folhas, ele revisitou um ponto nas proximidades de Craftsman Valley ele não deu ouvidos aos seus colegas, que caçoavam de sua insistência em deixar aquele local totalmente limpo.
Sua faxina minuciosa o levou a encontrar debaixo de um banco do parque quando, um pedaço de papel em uma poça de água - encharcado, queimado e dividido em dois.
McCord - que é aluno da Universidade do Tennessee e trabalha como coordenador de treinamento de recursos humanos em Dollywood - disse que não tinha ideia do que estava escrito naquele pedaço de papel, mas considerando as circunstâncias, ele ficou curioso o suficente para pegá-los.
"Assim que eu me abaixei, notei que era um versículo da Bíblia", disse McCord em entrevista por telefone na noite de terça-feira. "Aquele pedaço de papel estavam em uma poça de água e eu disse: 'Eu quero cuidar disso da melhor maneira que puder'. Então eu gentilmente peguei e o tirei dali, da forma mais cuidadosa possível".
McCord, 24, sentou-se no banco onde encontrou o pedaço de papel, e chamou um de seus colegas de trabalho.
Em silêncio, a dupla examinou a página, cujas bordas estavam queimadas de preto, tornando muitas palavras ilegíveis. Mas partes do lado direito da página foram preservadas o suficiente para transmitir a mensagem:
"Ela refletiu perfeitamente", disse McCord, "o trágico desastre natural que havia se abatido sobre Gatlinburg e Sevier County levando esse lugar a atrair os holofotes nacionais na noite anterior".

A mensagem
A passagem à qual McCord se referiu é a de Joel 1:19, que diz: "Ó Senhor, a ti clamo; porque o fogo devorou ​​os pastos do deserto, e a chama queimou todas as árvores do campo".

"No começo, não sabíamos de que parte da Bíblia se tratava", disse McCord na noite de terça-feira, "mas vimos fragmentos de fogo chamuscando a terra e como os animais berravam, pedindo ajuda".
"Nós ficamos pensando: 'isto é surreal, é inacreditável", disse McCord. "Quando ambos completamos a leitura, olhamos um para o outro - e eu nunca vou esquecer este momento - nós dois explodimos em lágrimas. Eu fiquei branco como um fantasma e apenas comecei a orar. Não havia mais nada a fazer. Ainda agora, quase quatro horas depois do fato, eu não tenho palavras para descrever aquele sentimento".
McCord postou uma foto da página da Bíblia carbonizada no Facebook, e quatro horas depois, ele foi procurado por funcionários de relações públicas de Dollywood, que disseram que o post havia sido compartilhado mais de 50.000 vezes. McCord não tinha ideia, ele disse: Seu Facebook só havia mostrado menos de 1.000 interações.
Diversos focos de incêndio se formaram na região de Gatlinburg, Tennessee (Imagem: Youtube)

Transformação
Antes de sua descoberta, McCord não se considerava um homem de um relacionamento íntimo com Deus. Ele não tinha o costume de ir à igreja, nem de ler a Bíblia com frequência. Agora, ele assume que o esse acontecimento mexeu com ele.
McCord disse que conhece vários colegas de trabalho que perderam suas casas nos incêndios que atingiram a região. Ele pretende enquadrar a página da Bíblia que encontrou, e agora, disse que pode repensar e amadurecer seu relacionamento com Deus.
Contactada por telefone na noite da última terça-feira (29), a gerente do parque, Angela Davis confirmou o relato de McCord, dizendo que quando encontrou o homem, ela o viu com a página da Bíblia nas mãos.
"Estava queimada, frágil, molhada e em dividida em duas partes", disse ela.
Outra funcionária do parque, Kimberly Moore também confirmou a história, lembrando os mesmos detalhes de Davis e McCord.
McCord disse que sabe que as pessoas podem duvidar da veracidade de sua história. Ele enfatizou que ele não é um porta-voz oficial da Dollywood e ele não fala em nome do parque ou de seus funcionários. Ele só queria compartilhar a história para dar esperança às pessoas.
"Eu queria compartilhar essa mensagem porque ela me fez chorar. Eu queria compartilhar essa mensagem porque eu acho que a fé e a esperança são muito poderosa em uma situação como esta. Há centenas de pessoas que estão deslocadas e que perderam suas casas. A maioria dessas pessoas vai se apegar à fé. Não é que eu esteja tentando obter o reconhecimento social... Eu diria a qualquer um que quiser chamar a minha história de falsa, que me ligue. Por favor, me ligue. É algo que eu vou me lembrar para o resto da minha vida".

Projeto Desperta setor X - Transformando vidas, mudando histórias!


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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Pastor morre enquanto louva a Deus durante culto, nos EUA

Depois de cantar a música “In His Presence” (“Em Sua Presença”), o pastor Jim Watson sofreu um ataque cardíaco fulminante.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE HELLO CHRISTIAN

Após cantar “In His Presence”, o pastor Jim Watson sofreu um infarto fulminante. (Foto: Reprodução)
Após cantar “In His Presence”, o pastor Jim Watson sofreu um infarto fulminante. (Foto: Reprodução)
Um pastor faleceu enquanto adorava a Deus em um culto que acontecia em sua igreja no último domingo (27), na cidade de Clermont, na Flórida (EUA).
Jim Watson pastoreava a igreja Crossroads Family Fellowship há 14 anos. No último culto, ele sentiu o Espírito Santo conduzindo-o a cantar uma canção, conforme relata sua esposa, Lisa.
Assim que o pastor terminou de cantar a música “In His Presence” (“Em Sua Presença”), da cantora Sandi Patty, ele sofreu um ataque cardíaco fulminante.
"O pastor Jim era um verdadeiro cavalheiro e exalava o amor de Jesus a todos que conhecia", disse o pastor Steven Halford.
Halford pastoreia uma igreja na Inglaterra, onde ele e sua esposa implantaram o modelo de equipe pastoral ensinado por Jim e Linda. “Eu nunca vi um homem mais talentoso no papel de pastor como Jim Watson", disse ele.
"Ele era um amoroso marido, pai, irmão, filho, pastor e, claro, amigo. Ele me acolheu, me amou e me deu uma chance, quando outros não deram. Eu te amo, pastor Jim. Um dia eu vou te ver", acrescentou Halford.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Missionária relata conversão de 60 mulheres após estudo bíblico: "A semente não volta vazia"

Foram convidadas 250 mulheres para a reunião. Dentre elas, 150 compareceram e 60 mulheres se renderam a Jesus.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO MISSÕES MUNDIAIS

A missionária disse que irá prosseguir no trabalho missionário. (Foto: JMM).
A missionária disse que irá prosseguir no trabalho missionário. (Foto: JMM).
Uma missionária brasileira que está no Peru relatou algo surpreendente. Em uma única reunião, 60 mulheres aceitaram Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas. Karina Dias de Queiroz, que está em Chiclayo, realizou a quarta edição do “Chá de Damas” e ressaltou que o evento “foi uma bênção”.
Ela conta que de 250 mulheres convidadas, 150 compareceram. “Tivemos uma média de 150 mulheres das 250 convidadas, sendo 115 não cristãs e visitantes. Foram 60 decisões, duas reconciliações e mais de 80 lares abertos a visitas”, contou. “Alcançar esses números em uma única noite aqui no Peru é algo simplesmente maravilhoso! Formidável!”, destacou.
A missionária ainda comenta que irá prosseguir no trabalho missionário. “A semente não volta vazia! Agora, temos muitas visitas e discipulados. Vamos em frente!”, disse. “Só posso dizer que o Senhor fez tudo ficar muito melhor! Foi ele que me carregou ao me permitir trabalhar mesmo doente e com a voz rouca, mas o agir de Deus é lindo”.
Karina conta como se deu seu chamado para missões. “Senti o chamado do Senhor justo quando a Junta de Missões Munsiais lançou a campanha ‘Igreja de Cristo: Luz para as Nações’ (2007) e resolvi obedecer uma ordem dada pelo Mestre. E não esperava que este ano Deus me pedisse para falar de luz e escuridão”, relatou.
A reunião
“Em um momento da mensagem, pedi que as luzes fossem apagadas para que as mulheres pudessem sentir a escuridão em que muitas vezes nos encontramos, mas que quando Jesus entra em nossos corações, há uma luz que emana e nos faz filhos da luz. Foi emocionante!”, pontuou ela.
A missionária afirma que foi Deus quem direcionou a reunião. “Revivi meu chamado nesse momento e acho que nunca preguei tão tranquila, pois na verdade Deus estava colocando as palavras na minha boca. Aleluia! Experiência única”, salientou.
“Sabe o que é mais maravilhoso? Ver rostos sendo iluminados pelo Evangelho salvífico de Cristo não tem preço. Valeu a pena! A luta foi enorme, mas a batalha foi vencida”, comemorou. “Louvo ao Senhor por toda a minha equipe, servos e servas do Senhor que tenho preparado para continuar toda obra que estamos realizando neste país e, acredite, elas estão fazendo bonito! Meu coração hoje está alegre, cumprindo a missão”, finalizou.